Lucifer | Lucifer II (2018)
Gostaria de iniciar a presente resenha com uma indagação aos leitores que me acompanham: O rock ‘n’ roll morreu?
Meu questionamento é fundado em constantes afirmações que corriqueiramente são ponto de debate nas rodas de bar. Confesso não ter chegado a uma conclusão quanto ao tema, a considerar que quando nos debruçamos com maior cuidado sobre o assunto, a resposta que inicialmente parece ser de fácil resolução se torna um grande problema.
Neste sentido, por mais que eu não tenha uma resposta concreta me proponho a expor o meu ponto de vista.
Primeiramente, para conseguir responder à pergunta supracitada, é preciso especificar em qual sentido o “rock ‘n’ roll morreu”. A questão é sobre o gênero rock ‘n’ roll, ou então, a atitude que o estilo naturalmente propõe? Seria um debate quanto ao espaço que o estilo ainda tem no mercado? Qual a perspectiva a ser analisada?
Todas essas perguntas são de grande valia, pois tentar analisar uma possível morte do rock é basicamente afirmar que um dos gêneros mais importantes da história, que fomentou a indústria fonográfica no século XX e início do XXI, e que ainda conta com uma legião de fãs até os dias atuais, não possui mais expressão.
Logo, a presente resenha vai tratar sobre um disco que irá me auxiliar na missão de criar uma resposta minimamente fundamentada sobre o assunto. Hoje vamos conversar sobre a banda Lucifer, mais precisamente sobre o disco “Lucifer II” lançado em 2018.
A banda liderada pela vocalista Johanna Sadonis nos mostra que o rock/metal ainda tem muita lenha para queimar. Os leitores mais assíduos deste blog sabem de toda a minha paixão pelo heavy metal, principalmente os expoentes setentistas e oitentistas do gênero. Logo, é praticamente impossível não se apaixonar pelo som do Lucifer, que é um verdadeiro regresso aos primórdios do estilo.
O meu primeiro contato com a banda foi justamente através do disco “Lucifer II”. Lembro o quão impactado fiquei com o riff inicial de “California Son”, uma música básica, com riffs pesados e matadores, um excelente cartão de visitas deixado pelo grupo.
Meu questionamento é fundado em constantes afirmações que corriqueiramente são ponto de debate nas rodas de bar. Confesso não ter chegado a uma conclusão quanto ao tema, a considerar que quando nos debruçamos com maior cuidado sobre o assunto, a resposta que inicialmente parece ser de fácil resolução se torna um grande problema.
Neste sentido, por mais que eu não tenha uma resposta concreta me proponho a expor o meu ponto de vista.
Primeiramente, para conseguir responder à pergunta supracitada, é preciso especificar em qual sentido o “rock ‘n’ roll morreu”. A questão é sobre o gênero rock ‘n’ roll, ou então, a atitude que o estilo naturalmente propõe? Seria um debate quanto ao espaço que o estilo ainda tem no mercado? Qual a perspectiva a ser analisada?
Todas essas perguntas são de grande valia, pois tentar analisar uma possível morte do rock é basicamente afirmar que um dos gêneros mais importantes da história, que fomentou a indústria fonográfica no século XX e início do XXI, e que ainda conta com uma legião de fãs até os dias atuais, não possui mais expressão.
Logo, a presente resenha vai tratar sobre um disco que irá me auxiliar na missão de criar uma resposta minimamente fundamentada sobre o assunto. Hoje vamos conversar sobre a banda Lucifer, mais precisamente sobre o disco “Lucifer II” lançado em 2018.
A banda liderada pela vocalista Johanna Sadonis nos mostra que o rock/metal ainda tem muita lenha para queimar. Os leitores mais assíduos deste blog sabem de toda a minha paixão pelo heavy metal, principalmente os expoentes setentistas e oitentistas do gênero. Logo, é praticamente impossível não se apaixonar pelo som do Lucifer, que é um verdadeiro regresso aos primórdios do estilo.
O meu primeiro contato com a banda foi justamente através do disco “Lucifer II”. Lembro o quão impactado fiquei com o riff inicial de “California Son”, uma música básica, com riffs pesados e matadores, um excelente cartão de visitas deixado pelo grupo.
Acredito que California Son expõe uma das características mais atraentes da banda alemã, a sua “simplicidade”. Óbvio, existem muitas bandas que também fazem um som simples, contudo, o simples que emprego aqui, não é no sentido de comum.
Gosto muito de ouvir um som que soa direto, sem efeitos, mas que, ao mesmo tempo, é extremamente poderoso. Uma banda que exercia essa tarefa com excelência era o Black Sabbath, não à toa que os pais do heavy metal são uma das maiores influências para a banda.
Ainda, também acho importante exaltar a forma com que o instrumental parece acentuar a voz de Sadonis, sem que seja engolido pela performance da frontman.
O álbum está recheado de canções que captam muito bem essa solidez do grupo. Músicas como “Dreamer” e “Eyes in the Sky”, nos mostram uma banda madura, que sabe fazer um som mais cadenciado quando é preciso. As faixas “Before the Sun” e “Faux Pharaoh” me fazem acreditar que a banda encontrou o manual de Tony Iommi, a considerar que a estrutura utilizada pela banda é muito parecida com as de canções clássicas do Sabbath.
Por mais que seja inevitável o destaque de Sadonis a frente do grupo, também gostaria de enaltecer a performance do baixista Robin Tidebrink. O baixo de Tidebrink consegue se sobressair a cada faixa, sem ser algo que beire o exagerado. Caso não tenha compreendido o que acabo de expressar, procure escutar atentamente a faixa “Phoenix”.
Ademais, antes que eu seja crucificado por não dar essa informação, o disco conta com um cover da música “Dancing With Mr. D.” dos The Rolling Stones.
A presente resenha está longe de ser imparcial, tendo em vista que Lucifer é uma das bandas que mais admiro da cena do metal atual. O grupo formado em 2014 na Alemanha, mostra um som que nos remete a uma verdadeira viagem aos anos 70’s, o que particularmente acho perfeito.
O grupo, já passou diversas mudanças em sua formação, contando atualmente com: Johanna Sadonis (vocal), Nicke Andersson (guitarra/bateria), Martin Nordin (guitarra) Linus Björklund (guitarra) e Harald Göthblad (baixo).
Sendo assim, quando olho bandas como Lucifer, tenho a certeza de que o rock ‘n’ roll não morreu. Claro, o mercado fonográfico atual não comporta os mesmos critérios e exigências de 40 anos atrás, o que acaba por minar que bandas deste estilo a figurem com um papel de destaque no mainstream.
Por fim, acredito que esse gênero tão aclamado pelos fãs ainda terá um longo caminho a percorrer. Talvez esse caminho apenas seja percorrido longe dos holofotes, o que acredito ser uma benção quando olhamos para a indústria do entretenimento atualmente.
Concluo minha resenha apenas recomendando uma das bandas mais importantes da atualidade, que apesar de ter uma sonoridade muito próxima ao clássico heavy metal setentista/oitentista, está longe de ser ultrapassada musicalmente. Então, se nunca escutou nada do grupo, acredito que o segundo álbum de estúdio da banda, “Lucifer II” é uma excelente opção.
Por fim, acredito que esse gênero tão aclamado pelos fãs ainda terá um longo caminho a percorrer. Talvez esse caminho apenas seja percorrido longe dos holofotes, o que acredito ser uma benção quando olhamos para a indústria do entretenimento atualmente.
Concluo minha resenha apenas recomendando uma das bandas mais importantes da atualidade, que apesar de ter uma sonoridade muito próxima ao clássico heavy metal setentista/oitentista, está longe de ser ultrapassada musicalmente. Então, se nunca escutou nada do grupo, acredito que o segundo álbum de estúdio da banda, “Lucifer II” é uma excelente opção.


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